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Comparações Heuréticas: Cú d’ostra

Todos nós já passámos por aquelas situações em que a Lei das Probabilidades parece inverter a determinação do 1:1000000000 e acasala frenética e profusamente com a Lei de Murphy dando à luz um evento que torna possível algo que pensávamos improvável.

É nessas alturas – em que no meio de uma multidão de 70 mil pessoas nos instalamos, sem querer, mesmo ao lado de um amigo que não vemos há anos; ou em que descobrimos, decorridos meses, que um recente amigo nosso é irmão de uma nossa amiga de escola; ou em que vamos ter com uma amiga que está num "jantar convívio" que nos é estranho, mas em que, afinal, também conhecemos a maior parte dos presentes – que me saí a malcriada expressão:

“Este mundo é um cú d’ostra: caga cada pérola!”

 

 

Comparações Heuréticas: A leve satisfação de um merengue

Tive a ideia para esta espécie de rubrica quando ouvi a maravilhosa comparação:

“É uma vergonha vender a TAP por metade de Jorge Jesus.”, por Rui Paulo Figueiredo.

 

Isto lembrou-me de todas as comparações heuréticas que temos ouvido nos últimos tempos, especialmente pela boca da malta do futebol e da malta da política. Como por exemplo:

 "Todos nós, portugueses, temos um bocadinho do Cristiano Ronaldo dentro de nós e é isso que está a fazer a diferença, neste momento, em Portugal.", por Pires de Lima.

 

Vai daí, tive a ideia idiota de criar as minhas próprias comparações heuréticas – e um pouco mais extrapoladas –, sendo a primeira: A leve satisfação de um merengue.

Sinto que nos últimos anos – ou décadas – temos encarado as nossas vidas como se de um merengue se tratasse. Para fazer um merengue partimos os ovos e desperdiçamos a gema – o vitelo que contem os ingredientes para alimentar o embrião –, batemos as claras até se encherem de bastante ar, juntamos o açúcar – essa substância deliciosa que esconde as maleitas do seu excesso – e juntamos alguma acidez de um limão.

Assim tenho visto muitas vidas. Com o seu núcleo de valores desperdiçado, personalidade plena de ar (ou vazia mesmo) e sem grande conteúdo. Vidas às quais se acrescentam detalhes que as adoçam ou embelezam e que, em excesso, se tornam autodestrutivas. E, claro, fazendo jus ao típico humano, precisamos que sejam regadas de alguma amargura e queixume.

Assim são algumas vidas: comparáveis à leve satisfação de um merengue.

 

 

Ordinarices: Porto em Festa!

Já anteriormente, aquando do lançamento da marca “Porto.”, referi a minha satisfação com o desempenho do autarca Rui Moreira ao comando da Câmara Municipal do Porto. Mais uma vez – sem qualquer ligação política ao autarca – tenho de dar os parabéns a Rui Moreira e a toda a sua equipa pelo fantástico trabalho de dinamização da cidade com as Festas de São João do Porto 2015.

“O Porto é grande!” – apregoam os nativos há anos. E Rui Moreira acredita e confirma, espalhando a Festa por diversas freguesias do Porto. Se no ano passado, a novidade foi o regresso do S. João à Praça Mouzinho de Albuquerque (aka Rotunda da Boavista), este ano trata-se de voltar a relembrar a importância da Fontainhas na comemoração deste Santo – das peles de cordeiro e de seu nome João.

E não só a Festa se estendeu em espaço como também em duração, tendo começado já no fim de maio, só terminando no início de julho.

E não! Não é só para inglês ver. As gentes do Porto também estão a ganhar com a dimensão cada vez maior que se atribuí à típica festa portuense.

Eu cá, vou tentar aproveitar os concertos de borla (nas Fontainhas aos sábados e nos Aliados na semana do feriado municipal) e as variadas animações de rua, assim como as roulottes e carrosséis da Rotunda da Boavista.

Mais informações: http://www.portolazer.pt/

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